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MARROCOS INAUGURA PRIMEIRO CENTRO DE CAFÉ AFRICANO E REESTRUTURA LOGÍSTICA DO CONTINENTE

  • Foto do escritor: TGC
    TGC
  • 27 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

O MARROCOS INAUGUROU OFICIALMENTE O PRIMEIRO CENTRO DE CAFÉ AFRICANO NO COMPLEXO PORTUÁRIO ESTRATÉGICO DE TANGERS MED, MARCANDO UM PASSO DECISIVO PARA TRANSFORMAR A LOGÍSTICA E A COMPETITIVIDADE DO CAFÉ PRODUZIDO NO CONTINENTE.O NOVO CENTRO POSICIONA O PAÍS DO NORTE DA ÁFRICA COMO UMA PORTA DE ENTRADA GLOBAL ESSENCIAL PARA EXPORTAÇÕES DESTINADAS À EUROPA, ESTADOS UNIDOS E ÁSIA.


O AFRICAN COFFEE CENTER REPRESENTA UMA MUDANÇA PROFUNDA NA ESTRUTURA DO COMÉRCIO DE CAFÉ AFRICANO. SUA PRINCIPAL MISSÃO É ELIMINAR A DEPENDÊNCIA DE CADEIAS DE SUPRIMENTO TRADICIONAIS E CUSTOSAS QUE FREQUENTEMENTE FORÇAM PRODUTORES A PASSAR POR INTERMEDIÁRIOS EUROPEUS. COM O NOVO MODELO, A COMPRA PASSA A SER DIRETA, E AS ETAPAS DE AGREGAÇÃO, CONTROLE DE QUALIDADE E PREPARO DO CAFÉ SÃO REALIZADAS NO PRÓPRIO MARROCOS, PERMITINDO EXPORTAÇÃO RÁPIDA VIA TANGERS MED.A ESTRATÉGIA REDUZ CUSTOS, ENCURTA PRAZOS LOGÍSTICOS E MANTÉM MAIOR VALOR AGREGADO DENTRO DO CONTINENTE.


SEGUNDO SANAA BEN ABDELKHALEQ, CEO DO AFRICAN COFFEE HUB, O OBJETIVO É CLARO: PERMITIR QUE O CAFÉ AFRICANO ALCANCE O MERCADO GLOBAL SEM INTERMEDIÁRIOS, GARANTINDO QUALIDADE, RASTREABILIDADE E REMUNERAÇÃO JUSTA AOS PRODUTORES. PARA ELA, O PORTO DE TANGERS MED OFERECE AS CONDIÇÕES IDEAIS PARA LIDERAR ESSA TRANSFORMAÇÃO.


O CAFÉ AFRICANO É FUNDAMENTAL PARA A INDÚSTRIA GLOBAL DO CAFÉ EXPRESSO, FORNECENDO VARIEDADES VALORIZADAS POR TORRADORES INTERNACIONAIS. A ETIÓPIA PERMANECE COMO MAIOR PRODUTORA DO CONTINENTE, COM ENTRE 470 MIL E 500 MIL TONELADAS POR ANO, O QUE REPRESENTA CERCA DE 3 POR CENTO A 4 POR CENTO DA PRODUÇÃO GLOBAL E SUSTENTA MAIS DE 15 MILHÕES DE AGRICULTORES.UGANDA SEGUE COM APROXIMADAMENTE 400 MIL TONELADAS ANUAIS, PRINCIPALMENTE DA VARIEDADE ROBUSTA. COSTA DO MARFIM, TANZÂNIA E QUÊNIA TAMBÉM SE DESTACAM COMO GRANDES EXPORTADORES.


APESAR DE PRODUZIR MAIS DE 10 POR CENTO DO CAFÉ MUNDIAL, A ÁFRICA CAPTURA APENAS UMA PEQUENA PARTE DO VALOR GLOBAL DEVIDO À BAIXA CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO LOCAL E À LIMITADA ATUAÇÃO DIRETA NO MERCADO INTERNACIONAL.


A DEMANDA CRESCENTE POR CAFÉS ESPECIAIS, COMO O ARÁBICA ETÍOPE, O PEABERRY TANZANIANO E O AA QUENIANO, ALIADA AO AVANÇO DO COMÉRCIO INTRA-AFRICANO COM A ZONA DE LIVRE COMÉRCIO CONTINENTAL AFRICANA, POSICIONA O CONTINENTE PARA CRESCIMENTO ACELERADO.O DESAFIO, ENTRETANTO, DEPENDE DA EXPANSÃO DA CAPACIDADE DE TORREFAÇÃO LOCAL, DA MODERNIZAÇÃO LOGÍSTICA E DO FORTALECIMENTO DOS MECANISMOS DE GESTÃO DE RISCO DE PREÇOS.O NOVO CENTRO EM TÂNGER TEM COMO FOCO FACILITAR ESSE PROCESSO E AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO AFRICANA NA CADEIA GLOBAL DO CAFÉ.

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